segunda-feira, 9 de março de 2015

68° Hangout d'ARCA - Mitologias e religião - com Laudenir Ferreira


Então galera, depois de sermos trollados pela nossa ótima internet banda larga ultra mega power blaster mais uma vez, só que desta vez derrubando o hangout sem retorno no mesmo dia, para quem não conseguiu participar e nem assistir ao vivo nos dois últimos sábados, segue o vídeo do nosso sexagésimo oitavo HANGOUT d'ARCA com a primeira parte realizada dia 28/02/2015 e a segunda parte realizada no dia 07/03/2015, onde abordamos, juntamente com Laudenir Ferreira, o tema "Mitologias e religião". Esse hangout está imperdível e cabe ressaltar que o pessoal participou ativamente pelo youtube com perguntas diversas. Você não pode perder. Não esqueça de se inscrever em nosso canal, curtir e compartilhar o vídeo afim de disseminar o conhecimento de qualidade e gratuito. Não perca.

Primeira parte que foi ao ar dia 28/02/2015 
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Segunda parte que foi ao ar dia 07/03/2015 
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67° Hangout d'ARCA - Eduardo Cunha! Larga o Congresso e libera essa delícia - com os membros da ARCA


Então galera, para quem não conseguiu participar e nem assistir ao vivo, segue o vídeo do nosso sexagésimo sétimo HANGOUT d'ARCA realizado este último sábado dia 21/02/2015, onde nós, os membros da

ARCA fizemos um bate papo onde debatemos os desmandos de nosso atual presidente da Câmara declaramos nosso apoio à campanha bem humorada da galera do Hangout da Groselha. Segue abaixo o texto de lançamento da campanha:

Apesar do "humor", e do bocadinho de "humor controverso" do vídeo, a intenção é deixar publica a nossa indignação em relação aos caminhos pelos quais vagam a política brasileira.

Por isso, gostaria de pedir a todos para dar a sua contribuição. Gostou do vídeo? Compartilhe! Não gostou? Faça o seu! Mais sério... mais engraçado... melhor!

O importante é passar a mensagem e, ajudar o nosso amigo Eduardo Cunha a encontrar um "consolo" nessa vida e deixar a comunidade LGBT em paz!

Deixo também as artes para quem quiser usar:

https://dl.dropboxusercontent.com/u/13792062/Arte%20Eduardo%20Cunha.zip

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DIVALDO FRANCO


Alguém por quem nutro grande afeto compartilhou no Face a notícia de que Divaldo Franco aparecerá no Fantástico e fará uma psicografia diante das câmeras. Bah!
Fui espírita e abandonei aquele ambiente porque é conservador até dizer chega. A diferença entre o discurso dos espíritas e o discurso do Bolsonaro é que os espíritas não defendem explicitamente a tortura e a pena de morte como solução para todos os males. Mas vamos lembrar que Chico Xavier apoiou a ditadura. No vídeo de sua participação no programa "Pinga Fogo" (a entrevista foi até transcrita em livro que já vi várias vezes nas livrarias), o famoso médium diz que o golpe de 64 foi providenciado por "amigos espirituais" pelo bem do Brasil.
Aliás, as tais psicografias dizem sempre as mesmas coisas. O mesmo discurso conservador. Nunca ouvi dizer que, num país com tantos mortos e desparecidos na ditadura, um único espírito tivesse mostrado onde estavam os restos mortais de algum desses desaparecidos. Comunista torturado e morto não tem alma para baixar em sessão mediúnica? Nunca ouvi dizer que nenhum tivesse dado o ar de sua graça por lá.
Algo que me incomodava também era que diziam que o Brasil estava nas mãos de um espírito muito evoluído chamado "Emanuel", pretenso autor de best-sellers do Chico Xavier como "Há 2 mil anos", "Paulo e Estêvão" e "Pão Nosso". Me incomodava porque eu não via como o Brasil poderia progredir se Cristo havia colocado nosso país nas mãos de um asno como Emanuel: entre as bobagens que ele dizia, uma delas era que o Esperanto era a língua da fraternidade, que promoveria a paz entre as nações! Eu dizia que Emanuel deveria ir até o curso de Letras da UFF para assistir, invisível, às aulas de Linguística, para aprender que Esperanto nem língua é. E se fosse: mesmo falando a mesma língua, não quer dizer que as pessoas vivam em paz por causa disso. No Brasil, assassinos e assassinados falam a mesma língua.
O discurso pró-vida dos espíritas se limita ao discurso da repressão sexual: não legalizem o aborto, como se as mulheres fossem deixar de fazer aborto só porque é proibido, o que faz com que o aborto clandestino seja uma das principais causas de mortes entre mulheres. E eu nunca vi um único "espírito" baixar para dizer que os agrotóxicos, que podem causar aborto e má formação do feto, devam ser proibidos. Me mostrem uma única declaração de Chico Xavier contra os agrotóxicos que eu desfilo nu pela Rua das Marrecas, em frente ao Quartel da PM, para ser devidamente preso. É essa então toda a sabedoria dos espíritos?
Entre assistir a uma reportagem com Divaldo Franco e um desenho dos Simpsons, fico com a segunda opção.

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8 DE MARÇO: UM BELO DIA PARA O PAPA PEDIR PERDÃO A CRISTINA, NÃO ACHAM?


Não escondo de ninguém minha admiração por Cristina Kirchner.
Enquanto muita gente, inclusive vários amigos LGBTs, acham uma fofura o papa receber um transexual no Vaticano, não esqueço do fricote malafaico que o então cardeal Jorge Bergoglio teve na Argentina, quando Cristina Kirchner decidiu reconhecer legalmente o casamento entre pessoas do mesmo sexo. O fariseu portenho disse que a presidenta queria destruir a família. Cristina não voltou atrás e Bergoglio teve que chorar na cama que é lugar quente.
A atitude de Cristina, enfrentando a Igreja Católica, tem que ser aplaudida de pé, pois a Argentina não é um Estado laico. A Constituição determina que o presidente seja católico e defenda a fé católica. Os bispos são funcionários públicos pagos pelo Estado. Confiram no Google: o ex-presidente Carlos Menem era muçulmano e, ao ganhar a eleição, teve que converter-se ao Catolicismo para tomar posse.
Nessa disputa, Bergoglio poderia ter ameaçado Cristina com a excomunhão, o que poderia dar princípio a uma crise que resultaria ou no impeachment da presidência ou na separação entre Igreja e Estado. O cardeal preferiu não pagar para ver.
E depois, já papa, no avião que o levava de volta a Roma, após a JMJ, Francisco declara diante das câmeras da Globo: "Se um homossexual procura Deus e faz o bem, quem sou eu para julgar?" Hipócrita! Vocês religiosos não dizem sempre que devemos praticar o perdão? Mas só vocês se acham dignos de perdoar? É preciso esperar 400 anos para que um papa reconheça um erro, tal como fez João Paulo II a respeito de Galileu?
Tome vergonha na cara, Francisco, beije os pés de Cristina e diga: "Perdão, presidenta! Me portei de maneira tão baixa porque recebia ordens de um idiota chamado Bento XVI que sentava no trono de Pedro. Perdoe-me! Ao contrário de mim, Vossa Excelência foi eleita pelo povo."
Estou esperando, Francisco!

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domingo, 8 de março de 2015

DIREITO ROMANO E A CLASSE MÉDIA NAZISTÓFILA BRASILEIRA


Herdamos dos romanos o seguinte princípio: "Todos são inocentes até prova em contrário".

Conta Gore Vidal, no romance "Juliano", que o imperador Juliano assistia a um julgamento. (Juliano passou à História com o aplido de "O Herege", pois rejeitava o Cristianismo e preferia o culto pagão dos romanos.) O réu negava as acusações e o imperador aceitava as negações. O acusador perguntou: "Então tudo o que ele precisa fazer é negar as acusações para ser inocente?" E Juliano respondeu: "Então tudo que você precisa fazer é acusar para que ele seja culpado?"

Para essa classe média nazistófila, bandido é um morto favelado que a polícia diz que era bandido, sem julgamento nem direito de defesa.

Esses nazistófilos continuarão pensando assim até que um dos seus familiares seja morto e declarado bandido sem julgamento.

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CONSTITUIÇÃO NA SALA DE AULA


Ontem, tal como fiz no ano passado, usei os 10 primeiros incisos do artigo quinto da Constituição Federal para fazer uma revisão de ortografia em sala de aula. Fui comentando os incisos e mostrando que o que parece obviedades são, na verdade, conquistas sociais.

Igualdade entre homens e mulheres é algo que não existe ainda legalmente em grande parte do mundo, e não existiu durante a maior parte da História.

Liberdade de expressão é algo muito recente. A ditadura militar impedia até mesmo que se escrevesse nome de cidadãos incômodos como D. Hélder Câmara, Chico Buarque e Plínio Marcos. Como então denunciar a corrupção? Por isso os coxinhas creem piamente que na ditadura reinava a santidade.

Liberdade de crença e de consciência nós só conseguimos a partir da Constituição de 1946, proposta de Jorge Amado. Antes disso, as minorias religiosas eram muitas vezes agredidas e não tinham a quem recorrer. Os cultos de matriz africana eram criminalizados. Foi a primeira vez que contei isso em sala de aula sem ouvir um fundamentalista dizer que deveriam voltar a ser.

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terça-feira, 3 de março de 2015

A PEGADINHA DO ENEM E O CONCEITO DE DEMOCRACIA


A juventude, depois de passar a vida toda recebendo ordens, de ouvir os pais, a igreja, a escola, a televisão, dizendo o que deviam fazer, comprar, comer, em que acreditar; depois de terem contraído o vírus de copiar transmitido pela escola, chegam ao ENEM e são convidados, na redação, a dizer ao Estado o que ele deveria fazer para solucionar um determinado problema, baseando-se em estatísticas fornecidas por pequenos textos escolhidos por esse mesmo Estado, e embasando-se na Declaração dos Direitos Humanos, aquele mesmo documento que as emissoras de TV, concessionárias do Estado, durante anos, lhes disse que só serve para conceder privilégios a criminosos. Desempenhariam bem melhor essa função se tivessem frequentado mais bibliotecas que salas de aula, mais sindicatos que igrejas, tivessem visto mais teatro que novelas.


Então eu tenho que começar a primeira aula do ano explicando-lhes o que é Democracia e os seus dois pilares: isonomia (todos serem iguais perante a lei) e isegoria (todos poderem participar da vida política do país) e que a redação do ENEM é um exercício de isegoria. Mostro que nos países republicanos, todos gozam de isonomia e isegoria, e que no parlamentarismo monárquico, só a família real é legalmente desigual em relação aos cidadãos, mas, se a lei lhes tira a isonomia, lhes tira também a isegoria: na democracia burguesa, pode-se admitir monarcas, desde que eles não interfiram nas discussões políticas. Ao contrário da Arábia Saudita, o pior governo do mundo, onde não há partidos nem parlamento: há apenas a vontade do rei todo poderoso descendente de Maomé.

Começo fazendo uma revisão ortográfica usando alguns incisos do artigo 5 da Constituição Federal, que parecem um amontoado de obviedades, mas não são. Todos serem iguais em direitos e deveres é uma novidade nascida na Revolução Francesa. Durante a maior parte da História não foi assim. Por exemplo, quando os árabes invadiram e dominaram a Península Ibérica, concederam liberdade de crença a judeus e cristãos, mas quem não fosse muçulmano pagaria mais impostos que os seguidores de Maomé. Só em 1932, as mulheres brasileiras tiveram direito ao voto. Só em 1946, os brasileiros tiveram liberdade de credo e a proteção a seus locais de culto e sua liturgia. Só em 1988, com a promulgação da Constituição, a censura foi abolida -- antes disso, os governos civis e militares censuravam por qualquer coisa. O governo militar chegou a impedir uma dramatização da vida de São Francisoc de Assis na TV Cultura porque o padroeiro da Itália seria representado por Plínio Marcos, artista a quem os militares queriam impedir de trabalhar para que morresse de fome. A Igreja pôde impedir a exibição de "Je Vous Salue, Marie" nos cinemas brasileiros. Não conseguiu fazer o mesmo com "A Última Tentação de Cristo", pois a Constituição já vigorava.

A liberdade é uma criança e não falta quem queira matá-la.

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Algumas considerações sobre a campanha pró-vida. - Michelle Goularte


Postei a um tempo atrás uma crítica a campanha contra o aborto desencadeada nas redes sociais, onde várias mulheres resolveram postar fotos com seus lindos barrigões de grávida. Recebi críticas no inbox, indiretas e tive muita conversa improdutiva.

Pois bem, depois de quase um mês resolvi falar sobre o assunto, expor o meu ponto de vista sobre a tal obrigatoriedade de ter um filho sem querer e a mania que as pessoas tem de se achar no direito de decidir pela vida dos outros.

As pessoas que defendem ferrenhamente a proibição do aborto precisam entender várias coisas. A primeira delas é que caso o aborto seja liberado, ninguém vai ser obrigado a abortar, faz quem quer. Da mesma forma que outras militâncias contra a liberação da maconha, os direitos dos homossexuais e tantos outros pontos polêmicos, precisam entender que não vão obrigar ninguém a fazer ou ser como aqueles que buscam amparo legal. 

Outro fato importante que as pessoas parecem ignorar é a quantidade de mulheres que morrem ou que têm graves complicações por conta de abortos feitos na clandestinidade. Aborto é uma questão de saúde pública. 

Nos países onde o aborto é liberado, os números diminuíram. É praticamente uma grande ingenuidade achar que sendo o aborto permitido, a mulher chega ao médico, diz que quer abortar e isso é feito na hora. Não é assim que a coisa funciona. 

Quando uma mulher decide abortar existe todo um procedimento antes que isso seja feito. Acompanhamento e aconselhamento psicológico, social, apoio, etc. E se ainda assim a mulher optar por abortar, o procedimento é aceito. 

Existe um tempo limite para que se possa abortar (deixo claro que trato neste texto do aborto por simples vontade da mulher) que geralmente não passa de 12 semanas, antes disso, o que vocês chamam de bebê não passa de um amontoado de células. 

Quanto aos argumentos religiosos, limito-me a dizer que ninguém é obrigado a seguir suas doutrinas religiosas, seus dogmas e muito menos deixar que impunham como alguém deve pensar, ser ou fazer só porque você acredita. 

As pessoas que você julga por opiniões, comportamentos, escolhas ou simplesmente pelo que é, são cidadãos como você, pagam impostos, tem direitos e liberdade de escolha. Suas lutas e seus direitos devem ser discutidos e amparados, gostem ou não, aprovado ou não por sua crença. 

Prefiro não discorrer sobre a conversa fiada sobre sexo, aquele argumento imbecil que quer obrigar a mulher a ter um filho porque "ela deu" e acredito que também não seja necessário discorrer sobre a pressão que é feita a mulher e o esquecimento das pessoas de que ninguém faz filho com o dedo.


Tenho dois filhos, os amo e não faria um aborto, mas respeito a escolha das outras pessoas, suas vidas, suas decisões.

É contra o aborto? Não aborte.
É contra o homossexualidade? Não seja homossexual e se for, se ferre aí tentando aniquilar o que você é.
É contra o uso da maconha? Não use.
É contra pessoas apontando o dedo na sua cara? Pare de apontar na cara dos outros e cuide da sua vida.

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A IGREJA UNIVERSAL ESTÁ COPIANDO O NAZI-FASCISMO?


É o que o Brasil inteiro quer saber, após a divulgação do vídeo que mostra o grupo Gladiadores do Altar desfilando dentro de uma catedral do Ceará, com uniformes que lembram perfeitamente o movimento integralista que, em 1937, assaltou o Palácio do Catete tentando depor Getúlio.
Liguei para o gabinete do senador Marcelo Crivella (61 3303-5225) e a secretária, ao ouvir meu questionamento, disse que ali não se tratava dos assuntos da igreja. Deu-me o telefone da Universal Nacional (11 5644-5000) e eu disquei a opção de falar com a diretoria nacional. A secretária disse que não saberia responder, que eu deveria perguntar na Igreja Universal mais próxima.
Fui ao site da ABIN (Agência Brasileira de Inteligência) e não vi onde fazer denúncias e questionamentos. Um link me encaminhava para o site do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República (www.gsi.gov.br/contato) e deixei lá a seguinte mensagem:
"Neste fim de semana, o Brasil ficou estarrecido com um vídeo que mostra um desfile de camisas verdes, em tudo semelhante ao Integralismo, feito dentro de uma igreja Universal do Ceará, um grupo que se denomina Gladiadores do Altar.
A Igreja Universal vai copiar o nazi-fascismo? Há investigações a respeito? A Segurança Nacional depende dessas respostas e eu, como ateu, temo pela minha segurança."
Sendo o sr. Marcelo Crivella senador, acho que todos devemos também registrar nossas apreensões na ouvidoria do Senado. O serviço "Alô Senado" tem o telefone 0800 612211.
Vamos incomodar o Senado e a Presidência da República até que isso seja esclarecido. Nossos pescoços dependem dessas respostas.

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domingo, 1 de março de 2015

"MEU MALVADO FAVORITO" É UM DESENHO SOBRE OS DIVERSOS TIPOS DE FAMÍLIA


Só assisti ontem.

O dr. Gru teve que conviver com o trauma de ser menosprezado pela mãe que, para nossa surpresa, se redime cobrindo de carinho as netas adotivas. E os anõeszinhos amarelos que trabalham para o vilão o adotam como pai. Ele deixa de ser o patrão quando o banco dos vilões lhe nega o empréstimo e os empregados o adotam e, no final, ele dá beijo de boa noite não só nas três meninas órfãs, mas em todos os monstrinhos amarelos.
Moral da história: a família tradicional tão cantada por Feliciano e sua corja de lunáticos não é o único tipo de família que existe.
P. S.: Para efeitos de comparação, Batman e Robin moram juntos e o pessoal lê nas estrelinhas da história que entre eles não haveria só amizade. O sr. Gru mora com aquele cientista careca do mal, adotam as meninas, e ninguém diz que eles são um casal que constituiu família.

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Trailer do Hangout d'ARCA